Chegamos ao aeroporto e resolvemos tomar um taxi até o terminal rodoviário. Não pernoitaríamos em SUCRE, por isso, deixamos as malas no guarda-volumes. O clima estava agradável!
De lá, tomamos um ônibus até a PLAZA 25 DE MAYO. A praça tem construções belíssimas, estava extremamente tranqüila e vazia por tratar-se de um domingo. Fizemos várias fotos interessantes! Ah, inesperadamente quando estávamos bem no meio da praça a Rachel foi atingida por um balão cheio dágua. Não sabíamos o motivo, mas ficamos revoltados, deu vontade de bater em um alemão idiota que supúnhamos ser o autor da “obra”. Aos poucos fomos percebendo que outras pessoas também estavam fazendo o mesmo... Estranho?!
Ao sairmos da praça o Pulga viu que alguém, em um carro que passava, iria acertar outro balão em um casal que passava. A reação dele foi simples: Gritou: Cuidado! Cuidado! O casal não entendeu nada. Ah, o detalhe da história é que as crianças que estavam no carro também tinham reservado uma surpresa pra ele. Pulga foi o atingido!
Não entendendo o que acontecia, saímos da praça em sentido ao supermercado. Lá, encontramos o Melo, preparador físico do Palmeiras, que jogaria com o saudoso Real Potosí na quarta-feira. A delegação estava se aclimatando a altitude. Muito solícito, conversamos um pouco e tiramos uma foto! Quanto ao supermercado era bacana, muitos produtos brasileiros! Um tanto quanto surpreendente!
Conversamos com um policial e perguntamos sobre a história dos balões d água e ele nos explicou que era uma brincadeira do pré-carnaval de lá. Ficamos um pouco mais conformados.
Ao retornarmos a praça foi a vez do Thiago ser atingido. Dessa vez, não por um balão, mas, por um jato d água bem na nuca (rs), daquelas metralhadoras que usávamos na infância.
De volta à praça encontramos um milhão de pessoas com balões, baldes, metralhadoras, nos carros, a pé... Um verdadeiro campo de batalha. Tratamos de conseguir um restaurante para almoçarmos e fugirmos da água. Conhecemos um garçom brasileiro com quem conversamos um pouco. O cara era de Corumbá e fazia faculdade de odontologia em Sucre, detalhe, o cara era meio banguelo. Ele nos atendeu bem, gente boa, Erik. Ah, a comida não foi nada boa!
Pegamos um taxi até o terminal rodoviário.
A altitude já começava a incomodar, afinal, estávamos a 2.750 metros. Compramos em uma farmácia as famosas e eficientes “Soroche Pills” ou pílulas que combatem o efeito do “mal da altitude”.
Em Sucre já encontramos os primeiros parentes distantes do Castomás e algumas CHOLAS.
Pelo horário (eram cerca de 18h30) e pelo conforto, decidimos ir até Potosí de taxi. A diferença financeira era desconsiderável. A temperatura caiu rapidamente e já incomodava!
A estrada era até boa, asfaltada e tudo, mas, só subia. No taxi passou um filme horrível do Jackie Chan dublado em espanhol! (rs)
Acima de tudo, grandes amigos!
Thiago e Rachel são casados, o Pulga, padrinho desse casamento.
Somos três mineiros em busca de conhecer o que há de melhor no mundo. Mochilão nas costas e pé na estrada!
Acompanhe nossas peripércias nas longínquas "Terras do Castomás"!
Hasta la vista
Thiago, Rachel, Pulga
Thiago e Rachel são casados, o Pulga, padrinho desse casamento.
Somos três mineiros em busca de conhecer o que há de melhor no mundo. Mochilão nas costas e pé na estrada!
Acompanhe nossas peripércias nas longínquas "Terras do Castomás"!
Hasta la vista
Thiago, Rachel, Pulga
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
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